Melhores temas de 2011. TOP 50 [10-1]


10. Scuba. Feel It. Hotflush Recordings.
O patrão da Hotflush confidenciou-nos que no ano de 2011 dedicaria mais tempo ao management da editora do que às suas produções. Contudo, e atendendo ao facto de ser um produtor compulsivo, Paul Rose conseguiu arranjar tempo para editar dois mix-cd, três 12″ e este Feel It, um autêntico tumulto de pista e um dos maiores trunfos da compilação Back and 4th.


9. Andy Stott. Execution. Modern Love.
Andy Stott foi um dos nomes do ano. O seu techno low-pitch, preguiçoso e sujo conquistou a crítica… Ninguém em 2011 editou dois trabalhos com a categoria de Passed Me By e We Stay Together.  Este Execution é o melhor embaixador de ambos os trabalhos.


8. Senking. Black Ice. Raster-Noton.
Jens Massel é um velho conhecido da experimentação bass, contando já com sete álbuns repartidos entre a Karaoke Kalk e a Raster-Noton. Se em 2010 nos ajoelhámos perante Pong, no último ano a edição de Tweek constituiu um marco incontornável no seio da etiqueta de Carsten Nicolai, Olaf Bender e Frank Bretschneider.


7. Morphosis. Too Far. Delsin.
Daqui a uns anos, quando ouvirmos Too Far, vamo-nos imediatamente lembrar do quão bom era o álbum debutante do libanês Morphosis. What Have We Learned é um trabalho para a posteridade, que vale como um todo. Mas Too Far é, indubitavelmente, o ponto g deste disco.


6. Robag Wruhme. Thora Vukk. Pampa.
Valeu a pena esperar tantos anos pelo regresso de Robag ao formato LP, uma vez que este trabalho nos trouxe tantos e belos temas… Thora Vukk tem a assinatura de Robag de lés a lés. Coordenadas doces, com uma constante luta entre o calor das melodias e o frio da mecânica ritmica de forte índole metálica…


5. Palisade. So What?. Laid.
Uma das surpresas do ano. Já conhecíamos Sebastian Kramer sob o disfarce de Redshape, mas esta vertente mais hedónica que nos é dada a conhecer pela Laid é um autêntico regalo para os ouvidos.


4. No Accident In Paradise. Exit 9. Freude Am Tanzen.
O trio No Accident In Paradise é uma das nossas apostas para o novo ano. O pouco que se conhece deste projecto permite-nos arriscar assim, de olhos quase vendados. A elegância, distinção e profundidade de Exit 9 é a receita perfeita que a Freude Am Tanzen encontrou para encerrar a sua compilação 5zig.


3. Extrawelt. 808 Slate. Cocoon Recordings.
Depois de um interessante Schöne Neue Extrawelt, poucos estariam à espera que os Extrawelt enveredassem por um caminho mais experimental. Fizeram-no e ainda bem. 808 Slate é um dos melhores exercícios do ano.


2. Krause Duo. Big Change. Musik Krause.
A Musik Krause é das editoras que melhor tira partido do casamento entre o jazz e o techno. Os Krause Duo já haviam atestado isso mesmo no díptico Beans In Sandals, editado em 2009, mas a verdade é que nenhum desses temas se apresentava tão completo e profundo como este Big Change.


1. Brandt Brauer Frick Ensemble feat Emika. Pretend. Studio !K7.
O nosso tema favorito de 2011 tem a particularidade de contar com uma interpretação muito pouco comum no mundo da electrónica. Para a gravação do álbum Mr Machine, o trio deu lugar a uma ensemble e o resultado não poderia ser melhor. Quem disse que o techno não pode ser orquestrado?  Pretend é uma canção bonita e intensa, com laivos apoteóticos aqui e acolá. Uma mão cheia de emoções em pouco mais de sete minutos.

Ver Melhores Temas de 2011: TOP 50 [20-11]

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